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O período foi marcado por cautela em decorrência da decisão do Copom durante a semana e da divulgação dos indicadores do mercado de trabalho nos EUA. Ainda assim, o real apresentou um desempenho positivo, destacando-se entre as demais moedas emergentes. As incertezas relacionadas ao cenário externo, principalmente no que diz respeito às questões geopolíticas da guerra e às tensões diplomáticas entre Brasil e EUA, parecem ter se dissipado parcialmente, exercendo menor impacto sobre o comportamento dos ativos ao longo da última semana. Por outro lado, o cenário eleitoral brasileiro começa a trazer mais ruídos para os ativos locais.

A curva de juros continua sinalizando uma Selic elevada tanto para os prazos mais curtos quanto para os mais longos. O Banco Central reduziu a Selic, em linha com o esperado, mas não trouxe sinalizações sobre os próximos passos, deixando as decisões futuras condicionadas à evolução dos indicadores. Embora parte do mercado entenda que os próximos movimentos devam continuar sendo de redução da taxa básica de juros, esse processo tende a permanecer lento e gradual, o que justifica o atual patamar da curva de juros.


Um resumo dos principais acontecimentos de cada dia que podem influenciar na taxa de câmbio, tudo isso em menos de 1 minuto.
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