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O período foi novamente marcado por volatilidade em nossa taxa de câmbio, motivada pelas incertezas relacionadas ao cenário internacional, sobretudo às questões ligadas à Guerra entre EUA e Irã. Além disso, a expectativa de que o Banco Central Americano precisará voltar a subir os juros ainda este ano acabou fortalecendo a moeda norte-americana. Internamente, dúvidas sobre os próximos passos do Banco Central Brasileiro fizeram com que os investidores buscassem ativos mais seguros como forma de proteção. Em ambiente de incerteza, nossa taxa de câmbio acaba ficando mais pressionada. Foi o que aconteceu ao longo dos últimos dias.

A curva de juros, por sua vez, voltou a ceder, principalmente nos prazos mais curtos. Embora a Ata do Copom divulgada pelo Banco Central tenha mostrado um tom ainda duro, sinalizando preocupação com as projeções de inflação, o texto trouxe sinais contraditórios sobre o processo desinflacionário, sugerindo necessidade de manter a Selic elevada por mais tempo até que a inflação atinja a meta no início de 2028. Com isso, o mercado entendeu que o Banco Central irá reduzir gradualmente a Selic, mas mantê-la em um patamar ainda restritivo no médio prazo. O resultado do IPCA-15 de junho também contribuiu para menor pressão dos juros nesta semana.


Um resumo dos principais acontecimentos de cada dia que podem influenciar na taxa de câmbio, tudo isso em menos de 1 minuto.
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