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A semana foi novamente marcada por volatilidade nos ativos locais, mas sobretudo em nossa taxa de câmbio, que acabou encerrando a sexta-feira em queda, influenciada principalmente pelo cenário internacional. A moeda americana ganhou força no início do período com o aumento das tensões no Oriente Médio, mas perdeu fôlego após sinais de retomada das negociações entre EUA e Irã, que reduziram os preços do petróleo e aliviaram as pressões sobre os juros americanos. Com isso, moedas emergentes voltaram a se fortalecer, incluindo o real, favorecido pelo elevado diferencial de juros e por fundamentos domésticos ainda sólidos. Sem grandes novidades no cenário local, o câmbio acompanhou o movimento externo, levando o dólar a fechar a semana próximo de R$5,10.

A curva de juros seguiu a mesma linha e teve uma semana de acomodação, com queda principalmente nos prazos mais longos, acompanhando a melhora do cenário internacional. Após uma alta pressionada pelas tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo, os juros passaram a recuar com os sinais de retomada das negociações entre EUA e Irã, que reduziram os rendimentos dos Treasuries. No mercado doméstico, o resultado do IPCA de junho, abaixo do esperado, pode contribuir para uma visão um pouco mais otimista em relação os próximos passos do Copom.


Um resumo dos principais acontecimentos de cada dia que podem influenciar na taxa de câmbio, tudo isso em menos de 1 minuto.
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