Por
Quando achávamos que não poderia ficar pior, ficou. Além do problema já localizado em articulação política, agora temos de lidar com quebra de sigilo bancário do Senador Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz (bola cantada em janeiro — uma hora isso viria à tona), e delação de Henrique Constantino, da Gol, que cita ninguém mais ninguém menos do que Rodrigo Maia como receptor de “benefícios financeiros” — isso pode se tornar um calcanhar de Aquiles. Inclusive na postura mais ativa de Maia à aprovação da reforma da Previdência. Ao mesmo tempo, a briga comercial entre China e EUA segue acirrada. Ontem, a China anunciou retaliação e deve impor tarifas de importação de produtos americanos, lembrando que o país tinha aumentado o ritmo de compras de soja e combustível dos EUA nos últimos meses. Essa novela vai longe e, como sempre digo, espalhando mau humor para todos os lados, sobrando para países emergentes, como o Brasil.
A taxa de câmbio deve continuar beliscando os US$/R$ 4,0 até que tenhamos um arrefecimento do quadro em Brasília e/ou da situação internacional.
Um resumo dos principais acontecimentos de cada dia que podem influenciar na taxa de câmbio, tudo isso em menos de 1 minuto.
ouça agora